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domingo, 27 de maio de 2012

INSONOLÊNCIA



Ao longo da noite percebo
Uma tranqüilidade infinita
Que não me faz falta o febo
E até sua luz me limita

Na imensidão que me oferece
Mesmo acordado me faz sonhar
E de insônia meu corpo padece
Mas sempre atento pra poetizar

E os poemas se vão alados
Se perdendo pelo mundo incerto
Talvez levando poesias de agrados
A quem precise de alguém perto

Por isso à noite reverencio
E todo seu silencio de ocasião
Nela vivo momentos que aprecio
E me entrego de toda paixão

Felizmente as noites existem
E me trazem momentos de ilusão
Felizmente insônias insistem
E eu jamais madrugo em vão...

                         Alexandre Taissum


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