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sábado, 7 de dezembro de 2013

LINDA E ESPECIAL


As cores que vê tem mais colorido
Matiz tenro sobre o imaginário
Que cobrem as folhas de seus livros
Estimulando seu desejo literário

E pelas páginas desliza seus dedos
Buscando toda textura do saber
Sensíveis captam os segredos
Que o breu não lhe permite ver

Com o privilégio detém o poder
De só ver o colorido que imaginar
Faz suas cores em tons degradê
Ou misturadas ao que lhe agradar

E tu não paraste acomodada
Nos traços das cores elucidadas
No saber procurou estimulada
Vetores em trilhas encantadas

Até que chegou num estágio
Admirado por sua superação
Na trilha, ainda intermediário
Mas muito amável ao coração

Leciona com afinco e paixão
Sobre todo o colorido que viu
Com muito carinho e dedicação
À legião de alunos que adquiriu

Hoje, uma referência mundial
Idolatrada por sua competência
Uma professora linda e especial
Que superou por sua inteligência

Soberana, independente, aplicada
Uma MUSA de muita determinação
Tem sua vida transcrita e poetizada
Na galeria da minha inspiração

                             Alexandre Taissum



Josiele Cássia de Lima mora em Poços de Caldas (MG), é formada em Letras e é Professora da Língua Inglesa.
Conheça, compartilhe, siga e se sinta orgulhoso(a) de ter uma amiga como ela.




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sábado, 28 de setembro de 2013

UMA FLOR DE BELA COR

@Klaustrianne

Quisera que os poetas enxergassem
Nos jardins do mundo
Outras Belas Flores que nem você.

Imaginariam ver nas cores pigmentadas,
A cromática da tua Bela Cor.

Sentiriam nos odores das fragrâncias,
O aroma floral da tua essência.

Admirariam nos recortes das formas,
O desenho das tuas pétalas.

Encantar-se-iam por todas elas,
Mas só amariam a você...


                      Alexandre Taissum


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terça-feira, 27 de agosto de 2013

EM PRETO E BRANCO



Andava na rua cinza,
Deparei com um vermelho
Olhei em seus olhos verdes
Mas não tive medo
Cumprimentou-me, sorriso magenta
Respondi, lilás
Voltei a mirar o céu terra-côta
Quando ouvi um ‘Ei, você aí atrás!’ 
Virei-me e vi, esticada, sua mão amarela
‘Tire as luvas laranjas, venha aqui, aperte minha mão’
Voltei e dei-lhe um abraço, de irmão
Forte, com vontade, sem porém nem senão 
E, como numa pintura abstrata num papel,
Meu azul às outras cores se misturavam
De repente, o céu ficou rosa
E uma chuva púrpura desbotou tudo e todos que passavam

                                                        Daniel Taissum


"Um dia, enquanto caminhava na rua, passei por um negro bem simples e o cumprimentei. Ele virou e me chamou. Quando fui até ele, ele me deu um abraço e disse que todo esse negócio de preto e branco era bobagem, apenas cores num papel... Aqui nos EUA, toda a questão racial ainda é muito forte. Uma babaquice... Enfim, escrevi esta poesia".

Daniel Taissum tem 29 anos, é engenheiro e professor, mora em Pittsburgh, PA, Estados Unidos.


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sábado, 6 de outubro de 2012

POR UM MINUTO A MAIS



Por um minuto a mais
Sucumbi
Admirando
A tela
Apreciando
A pintura
Textura refinada
Esconde a trama
Em meio
A imagens
De rostos
Contida
Em cores fortes
Está a energia
De um momento
Por um minuto a mais
No ato de apreciar
Tive a rápida impressão
De que uma boca
Sorri para mim
Por um minuto a mais
Achei que estava
Sonhando acordada
Fiquei e retribuí

                         Adri Verdi


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