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terça-feira, 13 de março de 2012

ENQUANTO DURMO


Quando o sono chega
Nem sol
Nem lua
Conseguem clarear
Os pensamentos

As pálpebras
Pesam e se fecham
Completa-se então
A escuridão

A mente
Trapaceira
Aproveita
E vai buscar
Aquele sonho
Egoísta
Que ilude
A alma
E faz sentir
Tudo tão
Próximo
Apesar de tão
Distante

E no despertar
Percebe-se
A inútil tentativa
De ir ao encontro
Do desejável
Improvável
Impossível...

                   Adri Verdi


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